quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Parabéns e obrigada!

Há 165 anos nascia o homem que viria a escrever a mais bela história de amor!
Bram Stoker.
Ricos são os que encontram e guardam o verdadeiro amor; um amor infinito capaz de atravessar oceanos de tempo, amores que desafiam a morte, o tempo, a distância.
Love never dies!

18 comentários:

  1. Atenção, o filme não tem NADA a ver com o livro. O livro do Senhor Stoker não é uma história de amor - nem ao menos se fala de uma amada Elizabetta, até porque a versão correcta do nome seria Erzebet - é no fundo uma história de poder e desejo... o filme está muito romanceado e cheira-me que personifica aquilo que o senhor Stone fosse o conteúdo do livro, mas não é. Adoro o filme, não vou negar, adoro o Gary Oldman nesse papel, adoro a ideia da história de um amor imortal e tão forte que ultrapassa tudo e todos, mas não se pode chamar aquilo o Drácula de Bram Stoker, porque não tem mesmo nada a ver com o conteúdo do livro... que é um dos meus livros preferidos, eheheh, já o li umas 20 vezes sem exagero, a par com Os 3 Mosqueteiros e o Wuthering Heights.
    http://fashionfauxpas-mintjulep.blogspot.com

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. tens toda a razão, o livro não tem nada a ver com o filme, mas ambos são lindos...

      Eliminar
    2. Só uma nota Mintjulep: Erzebet seria a Bathory mas não é referida no livro porque o Stoker se cinjiu à Trasnilvânea e à junção dos outros dois mitos e apesar da Trsnilvânea estar anexada à data à Hungria, ele não a teve em conta. Talvez desconhecesse esse mito também...
      O Gary Oldam é supremo.

      Eliminar
    3. Tens razão MintJulep; o filme e o livro são distintos e eu é que não me expliquei bem.
      Um e outro são magnificos!
      Um tirou-me o sono durante muito tempo e alimentou o meu medo do escuro (bem feita; quem mandou ler aquilo com 13 ou 14 anos); o outro alimentou-me a sede de um amor maior do que a vida!

      Eliminar
    4. Xuxi, Erzebet é a forma hungara e romena do nome Isabel, eu não me referi á condessa Bathory, referi que no filme o guionista chamou Elizabetta á paixão do Dracula quando a forma acertada para o nome daquela época seria Erzebet, Elizabetta foi uma versão do nome que surgiu mais tarde naquela região, mas não era uma forma utilizada na idade média na região dos cárpatos. Não estava a falar da Bathory, que nem sequer foi contemporanea do Vlad Tepes...
      http://fashionfauxpas-mintjulep.blogspot.pt

      Eliminar
  2. É uma história de amor; é bárbara, macabra, terrível e arrebatadora, mas acaba como começou, com uma incomensurável declaração de amor.

    ResponderEliminar
  3. Um amor assim, só se for com um morto, que com os vivos não me safo...!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. hahahhaha é só ir à quinta das tabuletas, olha deve ser melhor que o date.com

      Eliminar
  4. assim que acordei hoje e vi o google pensei em ti

    ResponderEliminar
  5. Pensei no Drácula quando vi o google hoje! Nunca vi o filme, mas li o livro e gostei! Talvez seja a altura apropriada para o reler :)

    ResponderEliminar
  6. Já não existem histórias de amor assim!
    :-))

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Aíi isso é que existe!
      Tanto pedi uma assim que a encontrei!
      A minha é assim!
      E sempre, sempre voltaremos um ao outro!

      Eliminar
  7. Adoro esse filme! Já vi várias vezes e não me canso dele!
    Bj S

    ResponderEliminar
  8. Adoro o filme e adoro o conceito.

    ResponderEliminar
  9. Um livro que se consome num sopro. Um dos meus favoritos de sempre! =)

    ResponderEliminar