Cá por coisas minhas passei há dias por uma experiência em que estive privada de beber e comer fosse o que fosse durante 24 horas.
O dia estava quente, o sol tisnava, o chão fervia; um dia de canícula!
A privação de comida, por um dia, até nem custou nada mas a sede senhores! A sede foi um horror!
Os lábios secos, a boca pastosa, e o dia a avançar; o calor a apertar e os lábios cada vez mais secos... e a saliva quente… e cada momento a sede a aumentar…
Também não podia molhar-me e por isso tinha ainda mais calor.
Digo-vos que, e apesar de saber que foram apenas 24 horas, foi de tortura!
É assim que se sentem os animais de rua todos os dias só que ao contrário de mim, não foi escolha deles, e não sabem abrir torneiras, nem entrar em cafés ou restaurantes e pedir água.
Este Verão vamos pensar neles e deixar um recipiente com água fresca e limpa à porta do prédio, num jardim, ao pé de um arbusto, onde seja.
Quem alinha?
O dia estava quente, o sol tisnava, o chão fervia; um dia de canícula!
A privação de comida, por um dia, até nem custou nada mas a sede senhores! A sede foi um horror!
Os lábios secos, a boca pastosa, e o dia a avançar; o calor a apertar e os lábios cada vez mais secos... e a saliva quente… e cada momento a sede a aumentar…
Também não podia molhar-me e por isso tinha ainda mais calor.
Digo-vos que, e apesar de saber que foram apenas 24 horas, foi de tortura!
É assim que se sentem os animais de rua todos os dias só que ao contrário de mim, não foi escolha deles, e não sabem abrir torneiras, nem entrar em cafés ou restaurantes e pedir água.
Este Verão vamos pensar neles e deixar um recipiente com água fresca e limpa à porta do prédio, num jardim, ao pé de um arbusto, onde seja.
Quem alinha?

















