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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Sôdaaaade, sôdaaaaade...

Estava eu tranquilamente conversando com a Maggie enquanto as nossas bichas cadelas brincavam no jardim, quando reparei que os olhos dela (da Maggie) se fixavam num ponto atrás de mim; rodei para ver o que era e... lá estava ela!
Corri para longe enquanto gritava à Maggie "fotografa, fotografa"!
Ela fotografou e aqui está o registo da coisa; já a fui comparar para ver se seria a minha Geckolina que teria vindo ao meu encontro mas parece que não...é outra...
Nunca pensei dizer isto mas tenho tantas saudades da bichinha...animava-me tanto os dias...e as noites!
 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Hansel and Gretel na vila

Penso que toda a gente conheça a belissima história de Hansel and Gretel, crianças desgraçadas, filhas de um lenhador pobre que de acordo com a sua mulher, decidem abandonar as crianças na floresta porque não têm condições de as manter (estes gajos eram parvos ou quê?); as crianças que deram conta do plano, resolvem à socapa ir soltando migalhinhas para encontrar o caminho de volta (palermas!).
O resto da história aqui para o caso não interessa nada e por isso, adiante!
No fim de semana passado eu e uma das que deu nome aqui ao estaminé pirámo-nos para o campo ( a casa da da colmeia) mas pela noitinha, e depois de jantar lautamente num restaurantezinho numa localidade ali próxima, resolvemos fazer um passeio higiénico, para desmoer (ela, que eu estava lindamente).
E lá fomos nós mais a bicha cadela Mel.
Fomos andando e conversando, e continuámos a andar e a conversar, e às tantas, a bichinha com tanta passeata e converseta, teve um aperto intestinal e ai que daqui me sirvo, necessidade fisiológica em estado solido ali mesmo.
A amiga: Trouxeste saco?
Eu: Não, esqueci-me; tens lenços de papel?
A amiga: Não. E agora?
Não havendo árvores de folha larga à vista saimos de fininho, a coberto da noite.
E lá fomos, conversando, desmoendo e rindo muito.
Já noutra rua, esticão na trela; a bicha cadela travou; olhámos e lá estava ela noutro aperto.
Olhámos à volta e nem sinal de um saquito de plástico, um papel de jornal, uma folha des sardinheira assomando de uma varanda...nada (e graças a Deus, nem vivalma).
A cena repetiu-se ainda algumas vezes.
A bicha coitada estava desarranjada e foi isto, vez após vez e uma pessoa sem sacos, lenços de papel ou árvores de folha larga.
O melhor era voltar rapidamente para o carro; e onde é que ele estava?
E de que lado é que viemos? E para que lado é que é voltamos?
Perdidas! Numa vila desconhecida, a meio da noite.
Bom, to cut a long story short, só graças à bichinha que foi deixando as suas "migalhinhas" nos foi possível encontrar o caminho de regresso!
Caso contrário andaria agora a GNR ainda à nossa procura!

Nota: Tenho sempre kilos, para não dizer toneladas de sacos para as "migalhinhas" comigo; neste caso especifico tinham ficado na outra carteira, que por sua vez, tinha ficado em casa.
Embora tenha sido uma situação excepcional em mim, estou a pensar propor-me para trabalho comunitário (um estábulo ou outro que necessite ser higienizado) só para me redimir.