sexta-feira, 27 de março de 2015

Ouvido de passagem

Dizia uma para a outra:
- Sabes lá a enxovia que era aquilo!
A tipa tinha a casa que era um nojo, pior que um ENTERRO sanitário.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Quem me dera que o Céu tivesse horário de visita


Às vezes, como hoje, tenho a sorte de te encontrar nos meus sonhos.
Quando assim acontece nem eu, nem tu, nos lembramos do que aconteceu e eu abraço-te e digo-te que gosto tanto, tanto TANTO de ti!
Feliz dia do Pai, meu Pai!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Visto de passagem #191

Numa das rotundas de Carcavelos Lisbon Summit 2015 e a Sex Shop Anal dão as boas vindas à população.
Não sei se hei-de elogiar o bom-humor tuga ou o sentido de oportunidade...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Verdadeiro serviço público!


E para aqueles que a propósito do post anterior pediram mais informações, a Dra. Joana já fez o favor de responder:

Porque há coisas boas demais para não serem partilhadas!


Eu adoro a minha bicheza felina que adoro mas, volta não vira, não consigo não dar um berro, atirar-lhes com uma almofada, correr atras de um ou enfurecer-me com outro e tudo por causa da mania de afiarem as unhas!
Apesar de terem local próprio para o fazerem (a saber uma placa de cartão, um besidróglio - não sei o nome da coisa - de corda e um tronco que amorosamente apanhei e alanquei para casa) suas excelências felinas acham muito mais piada aos sofás, almofadas, cabeceiras e tudo quanto lhes pareça fofinho.
Ora só posso ter ficado muito feliz com a descoberta que fiz e agora partilho convosco (fica desde já o aviso que ninguém me pagou ou sequer pediu para fazer isto, ok?)

A Clinica Vet Alta de Lisboa tem umas capinhas amorosas em silicone que protege as unhas da bicheza!

Não lhes causa incómodo nenhum, evitam a estragação de sofás e afins, e ficam que é uma beleza!
(O Sebastião ficou um bocado abichanado que ficou mas eu digo-lhe que ele está lindo e ele ronrona-me).

Quem é amiguinha, quem é?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Pimbas! Vai buscar!


Ai o jeito que isto já me tinha dado!
Até que nem me posso queixar muito mas vez por outra lá aconteceu ali a meio da fase da "aborrescência" Filhinho Mais Lindo Riqueza de Sua Mãe não me atender o telefone à primeira, segunda, terceira, quarta, quinta vez…
Foi uma mãe à beira de um ataque de nervos como eu algumas vezes fiquei, que decidiu que já chegava e criou a a aplicação Ignore No More.
Pois esta aplicação maravilha permite bloquear o telemóvel do seu filho sempre que ele não lhe atenda as chamadas, finja que não vê as suas mensagens, etc.
Pimbas, num rápido o telemóvel dos miúdos desactiva-se e dá-lhes apenas duas opções: ou ligar para si imediatamente ou fazer chamadas de emergência. Até escolher telefonar para si no more whatsapps com amiguinhos, chats, joguinhos, facebooks, instagrams, nada! Nicles! Zero!
A solução? Ligar para mamãe!

Simples, fácil e muuuuuito eficiente!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

27 de Janeiro; hoje pus batom vermelho! (repost)

Raramente uso maquilhagem e de toda a maquilhagem o batom é aquilo que, mesmo nas raras ocasiões em que me maquilho, nunca ponho; embirro com aquilo nos lábios e embirro com os cabelos que, por serem compridos e normalmente estarem soltos, com o vento teimam em esvoaçar, e colar-se-lhes.
Hoje pintei os lábios, e pintei-os para homenagear e não esquecer a data que hoje se assinala, a libertação do campo de concentração de Auschwitz.
E…porquê o batom? Que forma tão estranha de  assinalar uma data!
Pintei os lábios porque me lembrei de uma história que eu não sabia, e o meu filho me deu a conhecer há uns tempos atrás, e que aconteceu em Bergen-Belsen (libertado só a 15 de Abril de 1945).

“Sou incapaz de uma descrição apropriada do circo de horrores em que meus homens e eu haveríamos de passar o mês seguinte da nossa vida. O lugar é um deserto inóspito, desprotegido como um galinheiro. 

Há cadáveres espalhados por todo lado, alguns em pilhas enormes.  Levei algum tempo para me acostumar a ver homens, mulheres e crianças tombarem ao passar por eles. Sabia-se que 500 deles morreriam por dia antes que alguma coisa que estivesse ao nosso alcance fazer causasse algum impacto. 
Não era fácil ver uma criança morrer sufocada pela difteria quando se sabia que uma traqueostomia e alguns cuidados a teriam salvado. Viam-se mulheres afogadas no próprio vômito porque estavam fracas demais para se virar de lado. Homens comendo vermes agarrados a meio pedaço de pão pelo simples fato de que precisavam comer vermes se quisessem sobreviver. E porque depois de algum tempo, eram incapazes de distinguir uma coisa da outra. (…) 
Pouco depois da chegada da Cruz Vermelha britânica, chegou também um grande carregamento de batom. 
Não era em absoluto o que queríamos, clamávamos por centenas de milhares de outras coisas. 
Não sei quem pediu batom, mas gostaria muito de descobrir quem fez isso. 
Foi um golpe de gênio, de habilidade pura e natural. 
Creio que nada contribuiu mais para aqueles prisioneiros de guerra que o batom. 
A mulheres se deitaram nas camas sem lençóis e sem camisolas, mas com os lábios escarlates. 
Podia-se vê-las perambulando por todo lado sem nada, a não ser um cobertor em cima dos ombros, mas com os lábios bem vermelhos. 
Vi uma mulher morta em cima da mesa de autópsia, cujos dedos ainda agarravam um pedaço de batom. 
Enfim alguém fizera algo para torná-las humanas de novo. 
Eram gente, não mais um simples número tatuado no braço. 
O batom começou a lhes devolver a humanidade, porque, às vezes, a diferença entre o céu e o inferno pode ser um pouco de batom.”

Extraído do livro DEUS E SEXO, de Rob Bell, Editora Vida, 2010

Colaboração de Wilma Santiago

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Visto de passagem #189

E há pouquinho recebi esta foto da Margarida e não resisto a inclui-la no nosso Visto de Passagem.
Muito obrigada Margarida, é maravilhoso!
(só se esqueceu de me dizer onde foi que fez esta fotografia)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Visto de passagem #188


Se alguém me puder fazer a fineza de explicar o que fazia esta criatura, assim vestida, mal passava das oito e meia da manhã, frente à estação do Rossio ficarei muit' agradecida.